Pensamentos

ORGULHOSAMENTE FEMINISTA, NECESSARIAMENTE INCONVENIENTE.

22 Fevereiro 2012

pq?



rolou a maior confusão esses últimos meses.

meu antigo trabalho já era.

a empresa deu um chute em um monte de gente.

depois de um mês sem trabalhar, uma colega muito querida, me indicou para outro trampo parecido com o antigo e estou em treinamento no momento.

no segundo dia de treinamento ocorreu algo muito comum mas que não passa despercebido por mim, porque como diz tate, “o meu filtro está sempre ligado”.

eu estava com mais duas pessoas em treinamento e a instrutora também estava presente, quando alguém entrou na sala, desculpe mas não lembro o nome dele, o que lembro é que ele era um cara e que era não-negro. bom, ele entrou e falou:

- bom dia meninas!

o “bom dia meninas” foi porque havia uma instrutora (ser do gênero feminino) mais duas alunas (eu e outra mulher) e mais um aluno, logo, três mulheres e um cara, mas assim que o cara não-negro terminou a frase a instrutora tratou de corrigi-lo falando o seguinte:

- meninas não, tem um rapaz entre nós.

e logo o cara não-negro pediu desculpas.

um pouco mais tarde, logo depois do almoço, quando retomamos o treinamento, foi a vez da instrutora entrar na sala onde estava eu, a outra aluna e o rapaz, e então ela disse:

- olá meninos.

e durante todos os dias ela se referia a gente (eu a outra aluna e o rapaz), carinhosamente de meus alunos, meus meninos... tudo bem, ela é um doce, muito bacana, mas meu filtro não parava de alarmar toda vez em que ela se referia a gente dessa forma.

incomoda-me tanto essa ideia de me apagarem só porque tem um cara presente quando a maioria no grupo presente é composta por seres do gênero “feminino”.


(eu sei, nada de maiúsculas, é um protesto mesmo)

28 Outubro 2011

"O preconceito nas entrelinhas é perigoso, porque, em doses homeopáticas, reforça os estigmas e aprofunda os abismos entre os cidadãos. Revela a ignorância e alimenta o monstro da maldade."

ROSANA JATOBÁ


03 Outubro 2011


De uns tempos pra cá eu tenho recebido uns e-mails de cunho homofóbico e resolvi postar a resposta que dei para o último até então.

Sabe-se que o nosso glorioso e esplendoroso ‘salve-salve’ Bolsonaro está mais famoso que Luiz Mott no meio gay e não tenho como não comparar a relação dos últimos acontecimentos envolvendo seu nome com a quantidade de e-mails falando sobre homossexualidade que tenho recebido, sendo 100% deles homofóbicos, isso remete à minha desesperança quanto a um mundo melhor, mas como penso sempre no lado bom da coisa, vejo isso como portas se abrindo, como se o assunto estivesse em pauta e espero que nunca adormeça até que eu me sinta segura ao sair com minha namorada nas ruas.

Bom, deixemos de conversa e vamos ao e-mail, não vou colocar o e-mail que recebi porque acredito que não mereçam ler tais absurdos, mas deixo aqui a minha resposta para o tal e-mail que recebi de uma colega de faculdade, que tenho muito apreço por conta da sua inteligência e personalidade.

O conteúdo do e-mail se refere a um ser do gênero masculino que fala sobre sua homossexualidade e que não aprova a feminilidade de outros homossexuais do mesmo gênero que ele, e fala também que desaprova a Rede Globo ao abordar assuntos referentes a homossexualidade, essa parte do e-mail eu realmente não entendi porque até agora não vi a Rede Globo colaborar de forma positiva para os homossexuais, mas tudo bem. Bom, o autor do texto continua falando de como o mundo está mal, com pessoas loucas e desorientadas não necessariamente com essas palavras, o que isso tem com a homossexualidade eu não sei, acredito que o autor se perdeu um pouco no tema do e-mail, ou só quis embromar, ou apenas misturar assuntos diversos para chocar a massa com o tema principal do e-mail.

Assunto do e-mail: “Depoimento interessante sobre o movimento da Rede Globo!”.

E a minha resposta foi a seguinte:

hahahah

É uma piada isso tudo, só pode.

Gostaria de ter o e-mail desse cidadão para respondê-lo, mas infelizmente não tenho.

Adoraria falar pra ele o que senti ao ler o e-mail que me chocou por ele ser declaradamente homossexual e escrever como um heterossexual homofóbico, porque em minha ingenuidade eu imaginava que uma pessoa homossexual jamais diria coisas tão absurdas, que falaria tão mal de sua própria classe, que poderia julgar um ser por ser afeminado ou masculinizado, se apropriando de termos impostos pela sociedade e não por algo "divino" como ele mesmo diz, como se houvessem regras e limites em feminilidade e masculinidade, misturando assuntos diversos para impressionar a massa, o que me remete a uma estranheza quanto a sua suposta homossexualidade, porque conheço homossexuais mal informados, mas não havia conhecido um homofóbico como o autor do texto.

Um ser que não tem o senso de responsabilidade ao encaminhar um e-mail onde ele julga a feminilidade e/ou a masculinidade de alguém só porque ele vive confortavelmente se passando por heterossexual dentro de sua masculinidade e por isso não me admira que não tenha sofrido discriminação, afinal deve se passar facilmente por hetero.

Como pôde falar de outrem com tanta arrogância e prepotência?

Sou mulher e sofro discriminação por sê-la, sou negra e sofro discriminação em sê-la, sou pobre e sofro discriminação por sê-la, sou feminista, e lésbica e corro risco de vida por sê-la, diferentemente do autor do texto.

Ah! Quanto a Rede Globo, também não gosto dela. E quanto aos comentários infelizes do autor do texto que é supostamente homossexual e não um heterossexual querendo causar polêmica foi muito infeliz e conseguiu superar a Rede Globo.

Recebo e-mails de conhecidos e parentes meus com conteúdos similares, entendo que muitos me enviam sem querer, por concordar com esse tipo de coisa e clica lá em "encaminhar a todos os contatos" e esquece que entre 'todos os contatos' tem aquela chata-sapatão-feminista que não vai gostar, ou até pensa que compartilho de tais pensamentos, mas infelizmente ou felizmente não consigo me conter e respondo, mesmo sendo muito repetitiva e estar um pouco cansada das mesmas coisas e dos mesmos argumentos, mas como uma boa feminista não posso deixar esse tipo de coisa passar.

Fui.

Ah! E quanto ao texto com as cores do arco-íris, é para quebrar esse azul e vermelho do autor do texto anterior. Não gostei muito, me são mais agradáveis as cores do arco-íris, cores únicas que juntas ficam mais belas ainda. Fica quase que impossível definir onde acaba uma cor e começa a outra, são cores, apenas cores, como somos pessoas apenas pessoas e isso me remete as paradas gays todos juntos formando um belo colorido em suas características únicas e parecidas ao mesmo tempo, conhecimentos diversos, orientações sexuais, culturas, religiosidade, raças, gêneros, identidades de gênero, tamanhos, formas...

20 Setembro 2011

15 anos




Estava assistindo TV pela manhã, eu sempre me prometo não assistir mais TV para não correr o risco de morrer do coração com tantos absurdos que vejo, mais e o que acontece?



Estava vendo um programa desses matinais voltados para seres-do-sexo-feminino-heterossexuais-que-trabalham-em-casa-para-os-filhos-e-o-marido, ou seja, eu não era o público alvo.


Dai que me aparece uma reportagem sobre a realização do sonho de um punhado de garotas de uma determinada comunidade de uma favela lá no Rio de Janeiro.



A ancora do programa fala que se emocionou com a reportagem e isso e aquilo outro porque as famílias das garotas não tinham condições financeiras suficiente para fazer a festa de debutantes, aquela onde a garota mostra para a sociedade que ela já é uma mulher (?) e para mostrar o quanto ela é meiga, delicada, com seu vestido de cores leves e de babados e etc. E que está pronta para casar, ter filhos, ser submissa e que a partir desse momento está pronta para viver eternamente servindo ao marido e aos filhos e a melhor parte, que está disponível para ser galanteada ("bulinada", tocada, “cantada”) pelos rapazes, resumindo, "carne nova no pedaço", prontinha para ser atacada tanto fisicamente quanto verbalmente, quando e na hora em que eles (os seres-do-sexo-masculino-heterossexuais) desejarem, afinal qual o papel dos seres do sexo feminino, tanto heterossexuais quanto homossexuais, na sociedade, se não esse, o de estar cumprindo com o papel pré estabelecido antes mesmo dela nascer e que será fantasiado para a filha dela assim como a mãe e a sociedade pintou para essas garotas da tal comunidade?



Bom, voltando à reportagem, o repórter perguntou para uma das garotas "qual o significado do salto alto para a mulher" (?) e ela respondeu o que t-o-d-a-s nós já sabemos, que é muito importante para uma mulher usar salto alto (?) - não para mim, muito obrigada.



Bom, e lá vai o príncipe, a valsa, o "conto" de fadas.



Eu fico muito preocupada, não sei onde minha filha e/ou filho estudará, tenho medo dessas escolas (todas) onde garotas são ensinadas a brincarem apenas com garotas, a serem submissas, delicadas, meigas, a gostarem de x cor, de x roupa, de que ela deverá e-s-p-e-r-a-r por x tipo de pessoa que será o seu príncipe encantado com toda aquela palhaçada de bruxas más e etc., e onde os garotos são ensinados a brincarem apenas com garotos, a serem dominadores, fortes, corajosos, a gostarem de y cor, de y roupa, de que ele deverá namorar uma garotinha bonitinha (menina-branca-e-loira), meiga e delicada, e que será o príncipe dessa garota, protegendo-a e etc... fora os brinquedos pré determinados para cada gênero.



Onde encontrarei uma escola em que minha filha aprenderá a ser independente, forte, decidida...?


Obs.: Escrevi este poste em um computador que não tem corel, photoshop e nada do tipo então desculpa aí a ilustração feita no paint (não sei usar o paint - alguém notou?)...rsrs

27 Junho 2011

SAPATÃO!

Duas meninas abraçadas, são namoradas, estão em um local público, em uma das capitais mais visitadas por turistas do Brasil. Estão ali, duas jovens, com mais ou menos 18 anos de idade cada. Uma turista passa por elas e faz “bico”, desaprovando a relação das duas.

Ali perto se encontra uma mulher trabalhando, um colega dela encosta e fala:

- Aquelas duas estão dando em cima de você?

A mulher responde:

- Não.

- Se isso acontecer pode falar comigo.

- Por quê?

- Porque adoro bater em sapatão.

- Pois saiba que você está falando com uma. Você é homofóbico?

- Não.

- Sabe o que eu mais quero? É que aprovem logo o projeto de lei complementar que criminaliza gente homofóbica que faz o que você me falou aqui agora.

Ela não sabe o que ele entende por projeto de lei complementar, e na verdade ela não pensou muito nessa hora, não se preocupou se ele poderia ou não cumprir o que disse. Ela simplesmente falou e não se arrependeu, não conseguiu segurar, ela só sabia que tinha que falar aquilo, e o fez.

Esse diálogo aconteceu faz mais ou menos uma semana atrás. E a mulher do diálogo é a que namoro. Quando ela me contou isso, fiquei assustada por não saber o que esse “colega” dela poderia ter feito, ou pode fazer com ela, mas eu a apoiei, e disse que se não abrirmos a boca, deixaremos que esses homens continuem nos calando, agredindo e até matando.

30 Maio 2011

Segunda feira (30/05/2011)

Estou sentada em uma cadeira que se localiza a frente de duas cadeiras onde se encontram dois seres do sexo masculino compartilhando de um assunto que muito me interessou, por causa das palavras entrecortadas, mulher, bater, merece, delegacia da mulher, homem...

Não me interesso por assuntos do mundo “masculino”, mesmo porque o que tem me interessado mesmo, é o que as mulheres, lésbicas, feministas e não-feminista conversam, realizam, isso sim me interessa, só me interesso por assuntos masculinos a partir do momento em que eles decidem invadir nossos corpos, ouvidos e/ou espaços.

Voltando. Começo a tentar prestar atenção, porque afinal de contas estão falando de mim (“mulher”).

Dois “homens”, negros, cabelos brancos, aparentavam ter entre 50 e 60 anos, mas as opiniões sobre o assunto, pareciam pertencer ao século passado.

Pareciam viver no mesmo planeta. As frases que eu conseguia decifrar no meio dos barulhos que o ônibus produzia, se resumiam às seguintes palavras:

(...)

-... uma mulher que faz isso com o “cara”...

-... não precisa matar, mas tem que apanhar mesmo...

-... uma mulher na delegacia da mulher, com o olho roxo, acusando o marido de ter batido nela, deveriam perguntar o que ela fez contra o marido...

-... tem mulher que é “direita”, “de respeito”, mas tem mulher que é vagabunda, safada, merece apanhar...

-... ela tem que apanhar mesmo... ele está certo...

-... “fulano” flagrou a mulher beijando outra mulher na rua, ele espancou a mulher... olho roxo, arrancou os dentes...

-... se uma mulher trai o marido com outro homem ela já merece apanhar imagina com outra mulher?

(...)

Eu escutei esse diálogo entrecortado durante pelo menos 30 min no ônibus. Me senti impotente, me senti pequena, indignada, e cada frase dessa me corroía por dentro. Como pode existir tantas espécies como esses dois? Em que tipo de “família” foram “criados”? Que tipo de filhas e filhos gerarão?

Um deles usava óculos escuros e desceu na metade do percurso que faço para ir trabalhar, e o outro desceu 2 pontos antes do meu.

Quando o segundo levantou em direção à porta do ônibus, fiz questão de olhar pra ele, como se estivesse sentido meu olhar, ele olhou pra trás e se deparou comigo, sentada no meio do ônibus encarando os olhos dele. Ele continuou me olhando. Eu me via ali sentada, muda, olhando com todo ódio do mundo, como se estivesse presenciado ele a espancar uma mulher, como se eu pudesse ver nele o medo que a mulher, irma, mãe, vizinha sente dele. Tirei os olhos, por sentir muita coisa ruim ao encará-lo. Olhava para o horizonte, enquanto ele continuava a me olhar, sentia o olhar dele, ele desceu do ônibus e continuou me olhando. O ônibus seguiu e eu senti como se não estivesse ali. Por alguns minutos continuei, relembrando cada frase, cada palavra que conseguira escutar. Cheguei ao trabalho e a primeira coisa que consegui fazer foi contar o que ocorrera para minha mulher, e em seguida escrever.

Não sei se ele é meu vizinho, mora na mesma rua, bairro... só sei que se encontrar com ele novamente, o reconhecerei, e sei que ele me reconhecerá.


30 Abril 2011

FEMINISTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA


Comecei a aprender sobre o feminismo com a mulher que eu amo e com quem eu moro e faço planos de morar juntas e ter filhos juntas.

Essa mulher maravilhosa, diz sempre que tudo e todas as coisas praticam e devem praticar a “troca”, ela diz que nada funciona sem a “troca”, entendo que ela entende que é algo necessário, fundamental, e eu conheci essa filosofia da troca com ela.

A troca fundamental que tem ocorrido entre eu e ela desde que nos conhecemos, é sobre o que vou falar agora, e, sobretudo sobre a inserção do feminismo em minha vida.

Volta e meia eu falo sobre essa mulher, mas não dá pra não falar nela. Pois bem, conheci esse ser e aos poucos ela foi revelando o mundo dela, bruxaria, psicologia, filosofia, direito, feminismo...

Ela me falou que em troca eu mostrei o mundo homossexual e principalmente lésbico a ela, que diz ter aprendido muito comigo.

Pois bem, daí vem o feminismo na minha vida. Confesso que eu era alheia e considerava até um pouco exagerado (como posso ter pensado isso algum dia?). Bom, eu era como muitas mulheres lésbicas e não-lésbicas que não tinham nenhum conhecimento profundo sobre o assunto e ficava julgando, mas eu já me perdoei, e estou recuperando o tempo perdido. Estou namorando esse ser há 2 anos e alguns dias, e nos últimos meses estamos pesquisando e conhecendo muito material bom sobre feminismo.

Como trabalho com computador e não tenho essa máquina em casa, levo tudo que encontro sobre o assunto pra que possamos ler juntas, impressos em papéis que acabaram virando rascunho e assim eu os reutilizo imprimindo textos e livros feministas.

Discutimos sempre sobre todos os assuntos, mas o assunto que mais nos agrada é sobre o feminismo. Estou em um momento te total êxtase por conta desse universo, me sinto uma criança de 2 anos, é como se estivesse aprendendo a ler, escrever, andar... Ainda vou passar pela adolescência, e maturidade no universo feminista. Sinto como se fosse um mundo novo e que me pertence, sempre me pertenceu, mas eu apenas não havia descoberto o quão maravilhoso, encantador, acolhedor, sofrido, lindo, gratificante e elucidativo ele é.

Estou sentindo uma fome constante sobre tudo a que se refere ao feminismo.

24 Fevereiro 2011

LESZONE

Ok! Muitas sapas devem conhecer, mas eu descobri hoje.

Eu trabalho 44h semanais em frente ao computador, e minhas atividades são um tanto monótonas, realizando revisões de projetos arquitetônicos, projetando plantas hidráulicas, elétricas, e principalmente projetando móveis.

E para sair da monotonia escuto som o tempo inteiro. Ouço rádios na net voltados para o público gay, rádios conhecidas da FM, e descobri hoje uma voltada para o público lés que é a Rádio Leszone, só não curto muito o som de Axé que rola porque eu sou de Salvador, mas Axé é um som que não gosto nadinha, mas fora isso curto a rádio, e pra quem gosta Axé entre outros sons que rola por lá, pode conectar-se no www.radioleszone.com.br

Fui!

26 Janeiro 2011

ALMA LAVADA - Melhor show! 22/01/2011



























Show da banda DOMINATRIX no Festival Vulva La Vida em Salvador.

Capturei as fotos no link abaixo e fiz algumas edições no photoshop pra postar aqui.
Fonte: http://www.4shared.com/dir/Prn9M8Ri/sharing.html

17 Janeiro 2011

SHOW - VAI SER MUITO F...



Pra quem curte um bom punk rock como eu, lista das bandas que tocarão em um dos dias do Festival citado no post anterior:



"Como parte da programação do FESTIVAL VULVA LA VIDA (19 a 23/01),
Convidamos a tod@s para o show que acontecerá no dia 22 (próximo sábado), com as bandas:


Dominatrix (SP)

Com 15 anos de história, 4 cds , 3 turnês internacionais, aclamado por publicações como Maximum Rock’n’Roll e Punk Planet, o Dominatrix continua intacto em sua mensagem feminista, gritando por mudança através do hardcore e do punk rock.

The Jezebels (SE)

Jezebels é uma banda de punkrock sergipana surgida em 2008 com influências que vão de Runaways à Jack Hill.
Formada inicialmente como um girl-power-trio, são agora Daniela Rodrigues guitarra e vocal, Paloma Marques bateria e vocal e Fábio Barrros, baixo e vocal. A banda possui membros remanescentes de outras bandas sergipanas como Triste Fim de Rosilene e The Renegades of punk e mantém a tradição, qualidade e vigor destas, um pouco da qualidade musical pode ser apreciado no lançamento, o EP/2009.

A Baby Lizz é uma banda feminina de Maracanaú-CE, composta por Jaque vocal,Thais baixo/vocal, Dejane guitarra e Nita bateria. A banda deu início as atividades em 2008; com um som pesado e letras que falam sobre nosso cotidiano, a realidade do país e a colocação da mulher nele. Tem como influências o movimento Riot grrrl, o Punk e o Hardcore. A banda lançou seu primeiro EP “Luxo para os Cegos” em 2009, e atualmente vem preparando o lançamento do seu novo CD em 2011.
O Grupo de Rap Munegrale nasceu em 2005 com essência no rap e ritimologia original surgida a partir da mistura com samba, cordel, embolada, soul, blues, ragga, afoxé e outros ritmos tradicionais afrobrasileiro. A proposta do Munegrale é ressignificar e dizer em alto e bom som "o que é que a baiana tem?". Com a batida forte e levada dançante o grupo é formado por Simone Gonçalves (Negramone), Carla Santos (Kaianapaz), Deyse Ramos e parceria com DJ Bandido.
A banda Endometriose surgiu em meados de 2006 por três garotas da cidade de Feira de Santana: Ilani Silva (Baixo), Amanda Queiroz (Voz e Guitarra) e Norma Juliete (Bateria). A proposta é resgatar as influências musicais de cada integrante e produzir um rock calcado em letras feministas, o que originou um som que transita entre os estilos punk rock, hard core e grunge.
Local: Casa de Arte (Pelourinho)/ $ 15
Rua Frei Vicente, Pelourinho, Salvador. Referência: mesma rua do GGB e Teatro XVIII.

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Coletivo/Distro Na Lâmina da Faca
http://nalaminadafaca.wordpress.com